
Porque sim
Nunca vi Manhattan: cancelarei a aula extra de amanhã, pois. E se alguém acha que um peladeiro profissional deixará de ver Inglaterra x Áustria, Bélgica x Espanha, Camarões x Egito e Holanda x República Tcheca, mais os jogos do grupo do Náutico na segundona, pra ser mediador do debate de candidatos ao conselho regional da categoria... Rôu, rôu, rôu. A inocência feminina é tocante. Afagos, meninas.
Hoje foi a noite da exibição d'O Filho da Noiva para os alunos de Psicologia (é, também sou uma puta, também dou aula do que não existe por dinheiro; não de psicologia, claro, que nem sei, nem quero saber, mas pro curso em si, psicofármacos, acredite). Ninguém gostou do filme, ninguém. Rafael Belvedere é tão meu herói, e o povo perguntando se haveria chamada... E há uma cópia de Soy Cuba (!!!) na locadora, aquele um de planos-seqüências intermináveis e ninjas, rodado na Cuba dos anos 60 por um soviético. E também um dvd inteiro sobre George. E o do sofrimento lá de Javier Bardem tetraplégico. Que agora aceito sofrer (podem aconselhar aqueles filmes malignos, que comê-los-ei-ei-ei de coco). A vida tá boua, brodasencestas, sempristeve, só que agora vejo tudo, e de dentro, e sei, como quem tá na arquibancada e vê. Claro, sou o Parreira de mim mesmo: é possível um acidente em qualquer curva da estrada longa e tortuosa, de modo que talvez seja melhor colocar o pústula xexelento do Ricardinho no meio de campo só pra garantir a rapadura. E, eita que o Santa tá perdendo do Santo (André) neste exato momento: morrerei no ataque, é certo. De ataque, ao ataque, pelo ataque. E só estou tentando um post porque Moacyr Scliar é muito besta dizendo na Bravo! o que Pablo já deve ter dito aos seis anos e - aos oito, quase nove - provavelmente se arrependido de dizer: "quem está se sentindo bem não escreve"(?!??), ou algo que o valha. Ah, Moacyr, vai tomar no parreco.
Ouçam Anthony e os Johnsons, que a voz dele tem terroir. E tentem também as ninfazinhas francezinhas, que elas são irmãs que só foram se conhecer há dois anos, quando decidiram largar o que faziam e gravar um disco e ficar juntas. Mas e daí, você dirá; a história é boa, lhe direi, acrescentando que nem em Digimon os irmãos se reencontram de forma tão supimpa. E tem Anthony cantando na primeira música ali disponível, a dos beautiful boys.
Franz Ferdinand não dá. Saiu porque, apesar da música tal ser um pitéu, o resto não dá, enche o saco (esses indiezinhos pensam que só porque Eliott Smith é realmente fueda todo o resta será). E The Church é uma viagem tão somente minha que posso ouvir sozinho aqui com meu hd. E "Crystal Ship" com o X entrará como cover fuderosa lá no Foguete. E o Santa não empata, caralho.
E Nonó sorriu pra família, o que me deixou tão contente que bateu vontade de falar besteira. Porque só tenho besteira-besteira-mesmo a dizer. E o não-desasossego é besteira-besteira-mesmo. E o amor, o sorriso, a flor... Tudo, tudo besteira-besteira-mesmo. As musiquinhas adoradas. Isso aqui não é pra gente com alguma espécie de razão. Isso aqui não é aqui, no blog, claro, que aqui é nowhereland.
O Santa empatou. U-hu.
Que chega me perdi completamente...
Compus mil músicas. Dá pra ficar tocando até 2013.
E aí, já viram Mondovino? É preciso. É muito preciso.
Coisa fuderosa linda de deus: tem aliance française em Aracaju... \o/ Sim, há alguma esperança nas terapias de grupo.
Então até, vou subir ali no ossinho do meu nariz e mergulhar de volta no meu umbigo.
Boquiñeñe - Ibrahim Ferrer
(Buenos Hermanos - 2003)
P.S.: E Miriam Batucada, hein?, a verdadeira mãe de Cássia Eller...


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